🌸 Pessoal, 🍄 Diário, 🐈 Vida

Dá pra superar uma mudança de última hora?

Não! Não tendo a minha rigidez cognitiva e muito apego emocional ao antigo apartamento!
Foi tudo tão “do nada” que eu achei que não fosse sobreviver ao inferno que é fazer uma mudança de última hora. Sim, parece exagero? Mas não é, é a minha vida e são os meus transtornos. Ter que empacotar praticamente sua vida inteira em caixas, deixar pessoas estranhas mexerem nas suas coisas… É demais, foi demais, e não de um jeito bom.

Percebi também que acumulei muitas coisas, coisas demais até, coisas que não uso, coisas que comprei por impulso… Mas isso é assunto pra outro post, outra divagação.





Ter que criar, inventar e principalmente me adaptar a novas rotinas é um saco, conhecer novos vizinhos também é outro saco…

Mas falando do lugar, é um apartamento bem jeitozinho, bonitinho que aos poucos estamos transformando em lar. (Assim espero)

Meu quarto aos poucos está se tornando um lugar bastante habitável. O plus daqui é que tem elevador, minha mobilidade agradece, obrigada. (ᵕ—ᴗ—)

A fase de negação passou, a de aceitação também né, se não eu iria morar de baixo da ponte. Às vezes tenho algumas recaídas, mas acho que é normal… né? (,,•᷄﹏‎•᷅,,) depressão, saudades da minha querida e amada ex varanda…Mas vida que segue. E por falar em seguir, segue abaixo algumas fotos do meu novo lar.

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Dias tão azuis, festa de sol…

Tudo é verão, tudo isso é paz, mas realmente nem sempre foi assim na minha família. E eu vejo o quão importante e curador foi esse passeio até Paquetá. Sem brigas, sem indiretas, só paz… Pode parecer clichê, cafona e etc, mas demorou muitos anos para que isso pudesse se concretizar.
Da minha parte precisou de muita reflexão e principalmente terapia, anos de escrita em diários, longas conversas com a minha psicóloga com minha parceira.
Dia 20/07/26 foi um dia inesquecível tal qual aquele verão com meus primos em Iguaba, aquele outro passeio no Barra shopping ou aquela viagem onde minha família alugou um ônibus da 1001 e fomos todos para Belo Horizonte, voltamos com um cachorro dentro do ônibus e muitas memórias.
O que é a vida se não uma colcha de retalhos de memórias, não é? Boas e ruins. Eu quero manter a minha com boas memórias daqui pra frente, não ignorando as partes ruins mas cultivando e resinificando as coisas boas.
No mas, Paquetá é um dos bairros mais bonitos do Rio de Janeiro, é uma ilha!!!!

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